Diplomas e programas de atividade
Os diplomas dão um objetivo a cada saída para o ar: contactar países, ilhas, parques ou cumes, ou ser a estação que os ativa. Portugal tem centenas de referências nestes programas, muitas ainda por ativar.
Caçar ou ativar
Em quase todos os programas há dois papéis. Quem caça contacta as referências a partir de casa. Quem ativa vai ao parque, ao cume ou à ilha e opera de lá, com o equipamento às costas. Os dois contam, cada um com os seus diplomas.
Os programas
| Programa | O que se conta | Em Portugal |
|---|---|---|
| DXCC (ARRL) | Entidades contactadas e confirmadas; o diploma base pede 100 | Portugal, Madeira e Açores contam como três entidades |
| IOTA | Ilhas e grupos de ilhas | Os Açores e a Madeira têm referências próprias |
| POTA | Parques e áreas protegidas | Centenas de referências, muitas nunca ativadas: veja a página de Parques |
| SOTA | Cumes de montanha, com pontos pela altitude | Três associações: CT no continente, CT3 na Madeira e CU nos Açores. As referências escrevem-se como CT/MN-061 |
| WWFF | Áreas de flora e fauna protegidas | O programa português chama-se CTFF |
Para começar a ativar
O POTA é o mais fácil de começar: muitos parques ficam a poucos minutos de carro, não há subida, e basta um rádio portátil de HF ou até de VHF. Anuncie a ativação antes e faça pelo menos dez contactos para a ativação contar.
Diplomas das associações portuguesas
Várias associações atribuem diplomas próprios, muitas vezes ligados a eventos ou a estações comemorativas. Consulte o site de cada uma no diretório de associações.